Antes que pintem a Juli de cafona, o figurino aí da foto é um dos que ela veste para cantar músicas dos anos 60 nos shows da Banda Rochel. É a banda que acompanha os shows da dupla Everton & Alex, artistas de quem já falei várias vezes aqui, e desde o mês passado a Juli também está no time dos meninos.
Pois ontem foi ao som da Rochel que fizemos nossa festa, ali em Anahy. Festa patrocinada pela prefeitura, praça pública, a cidade inteira lá participando - quase literalmente -, um calor de rachar. Ouvi dizer que noutros lugares choveu, e tal, lamento muito pelos que não estavam em Anahy, mas ao contrário.
Palpite meu, que acompanho com algum conhecimento de causa esse negócio de música aqui e acolá: vai ser um ano interessante para o Everton e o Alex e a rapaziada toda que trabalha com eles, esse de 2012.
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domingo, 1 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Valeu, valeu!
Sou da corrente que não vê sentido em comemorar uma data simplesmente porque o número final do ano vai mudar no calendário. A festa do Natal faria mais sentido, não fosse Papai Noel a estrela principal.
Enfim, é do Ano Novo que se trata, e é ele, o Ano Novo, que me tira da cama, há sempre os idiotas que começam a estourar rojões de manhã, outra coisa boba de datas assim, estourar rojões. Deve ser um torcedor santista frustrado, para aproveitar a piada em voga, mas fato é que muitos rojões vão ser queimados hoje. Bom para os donos das casas de fogos de artifício, tomara que aproveitem o período de bom lucro e deem uma mãozinha a quem não tem o que comer.
E que importância tem esse feriado (sim, é feriado, mesmo que desta vez caia no domingo)? Anos atrás eu gostava da virada de ano porque tinha a São Silvestre perto da meia-noite, e aquela que o João da Mata ganhou não lembro em que ano foi a primeira grande festa que fiz num boteco, mas hoje a corrida acontece à tarde e ninguém vê. É também, o Ano Novo, um marco que coincide com o período de férias de muita gente, por isso aproveitam-no para viajar. Estar ali em vez de estar aqui, que é o que a maioria espera para ao menos uma vez por ano.
Propósitos são listados em profusão por todo mundo quando um novo ano se aproxima, e ninguém vai cumprir porra nenhuma do que prometeu a si próprio. Vai todo mundo continuar furando filas, dirigindo mal e sem responsabilidade por ruas e estradas, distribuindo tapinhas nas costas acompanhados de sorrisos amarelos; pior, uma parte vai continuar roubando, furtando, sequestrando, matando, legislando. A gente se perdeu e ninguém sabe pra que lado fica o caminho de volta.
Em que pesem o mundinho merda em que vivemos, sobretudo essa parte aqui, o Brasil, e o fato de não ver sentido em tanta festa por um dia que acaba e outro começa, aceito o momento de reflexão a que uma minoria se propõe. Faço a minha, que diz respeito a mim e quando muito ao pessoalzinho aqui de casa, e dela emergem dezenas, talvez centenas, de nomes a quem fiquei devendo um agradecimento gigantesco. À maioria, claro, agradeci como pude, alguns ficaram para trás, e de algum jeito vou conseguir dizer-lhes quão importantes foram durante 2011. Na vida, no trabalho, no lazer, em tudo, sempre há gente apoiando gente, gente que se difere da maioria e consegue se mostrar útil, prestativa, até gentil. Sim, o mundo tem salvação, é o que chego a pensar.
Os que tenham pisado no meu calo terão, claro, sido perdoados, embora não me julgue à altura de perdoar ninguém. Águas passadas não movem moinhos, alerta o ditado. Que não esperem uma segunda chance de decepcionar, que essa não vai acontecer.
Outra coisa que não dispenso do tal réveillon é o momento de festa, e a de hoje vai ser uma das melhores de todas, tenho certeza. Vamos de mala e cuia, a família toda, cunhados, sogra, alguns amigos, para Anahy, uma cidadezinha simpática aqui perto, fica a uns 60 km. A perda de tempo e dinheiro e o desgaste de tímpanos com fogos de artifício por lá são mínimos, foi o que disse um amigo que conhece bem o lugar, isso já faz Anahy amealhar minha simpatia. Amanhã, ou qualquer outro dia, eu conto aqui alguns detalhes da programação para hoje, que vou curtir bastante.
Por ora, não resta mais nada a fazer a não ser mentalizar um abraço a cada amigo que, vez ou outra ou como rotina obrigatória, passou os olhos aqui pelo BLuc em 2011. É um espaço que já deveria ter deixado de existir, visto que não traduz trabalho ou ganho, mas que por algum motivo persiste, absorvendo as abobrinhas que me saem da cabeça, e tenho visto que são muitos os amigos que acompanham tudo isso. Que vocês todos tenham discernimento suficiente para seguir a Lei de Ricupero, aproveitar de 2011 o que ele trouxe de bom e jogar o resto fora, algo assim.
A semana que vem está aí, o que ganha uma notoriedade maior por estar organizada cronologicamente em outro ano, que vai ser de muito trabalho, de muito desgosto, de muita alegria, de muito tudo, como são todos os anos. O que podemos fazer de diferente é cultivar melhor a convivência e os relacionamentos, é o que importa ao fim das contas. Vivam felicidades da virada de hoje à noite até a virada para 2013.
Cafunés a todos.
Enfim, é do Ano Novo que se trata, e é ele, o Ano Novo, que me tira da cama, há sempre os idiotas que começam a estourar rojões de manhã, outra coisa boba de datas assim, estourar rojões. Deve ser um torcedor santista frustrado, para aproveitar a piada em voga, mas fato é que muitos rojões vão ser queimados hoje. Bom para os donos das casas de fogos de artifício, tomara que aproveitem o período de bom lucro e deem uma mãozinha a quem não tem o que comer.
E que importância tem esse feriado (sim, é feriado, mesmo que desta vez caia no domingo)? Anos atrás eu gostava da virada de ano porque tinha a São Silvestre perto da meia-noite, e aquela que o João da Mata ganhou não lembro em que ano foi a primeira grande festa que fiz num boteco, mas hoje a corrida acontece à tarde e ninguém vê. É também, o Ano Novo, um marco que coincide com o período de férias de muita gente, por isso aproveitam-no para viajar. Estar ali em vez de estar aqui, que é o que a maioria espera para ao menos uma vez por ano.
Propósitos são listados em profusão por todo mundo quando um novo ano se aproxima, e ninguém vai cumprir porra nenhuma do que prometeu a si próprio. Vai todo mundo continuar furando filas, dirigindo mal e sem responsabilidade por ruas e estradas, distribuindo tapinhas nas costas acompanhados de sorrisos amarelos; pior, uma parte vai continuar roubando, furtando, sequestrando, matando, legislando. A gente se perdeu e ninguém sabe pra que lado fica o caminho de volta.
Em que pesem o mundinho merda em que vivemos, sobretudo essa parte aqui, o Brasil, e o fato de não ver sentido em tanta festa por um dia que acaba e outro começa, aceito o momento de reflexão a que uma minoria se propõe. Faço a minha, que diz respeito a mim e quando muito ao pessoalzinho aqui de casa, e dela emergem dezenas, talvez centenas, de nomes a quem fiquei devendo um agradecimento gigantesco. À maioria, claro, agradeci como pude, alguns ficaram para trás, e de algum jeito vou conseguir dizer-lhes quão importantes foram durante 2011. Na vida, no trabalho, no lazer, em tudo, sempre há gente apoiando gente, gente que se difere da maioria e consegue se mostrar útil, prestativa, até gentil. Sim, o mundo tem salvação, é o que chego a pensar.
Os que tenham pisado no meu calo terão, claro, sido perdoados, embora não me julgue à altura de perdoar ninguém. Águas passadas não movem moinhos, alerta o ditado. Que não esperem uma segunda chance de decepcionar, que essa não vai acontecer.
Outra coisa que não dispenso do tal réveillon é o momento de festa, e a de hoje vai ser uma das melhores de todas, tenho certeza. Vamos de mala e cuia, a família toda, cunhados, sogra, alguns amigos, para Anahy, uma cidadezinha simpática aqui perto, fica a uns 60 km. A perda de tempo e dinheiro e o desgaste de tímpanos com fogos de artifício por lá são mínimos, foi o que disse um amigo que conhece bem o lugar, isso já faz Anahy amealhar minha simpatia. Amanhã, ou qualquer outro dia, eu conto aqui alguns detalhes da programação para hoje, que vou curtir bastante.
Por ora, não resta mais nada a fazer a não ser mentalizar um abraço a cada amigo que, vez ou outra ou como rotina obrigatória, passou os olhos aqui pelo BLuc em 2011. É um espaço que já deveria ter deixado de existir, visto que não traduz trabalho ou ganho, mas que por algum motivo persiste, absorvendo as abobrinhas que me saem da cabeça, e tenho visto que são muitos os amigos que acompanham tudo isso. Que vocês todos tenham discernimento suficiente para seguir a Lei de Ricupero, aproveitar de 2011 o que ele trouxe de bom e jogar o resto fora, algo assim.
A semana que vem está aí, o que ganha uma notoriedade maior por estar organizada cronologicamente em outro ano, que vai ser de muito trabalho, de muito desgosto, de muita alegria, de muito tudo, como são todos os anos. O que podemos fazer de diferente é cultivar melhor a convivência e os relacionamentos, é o que importa ao fim das contas. Vivam felicidades da virada de hoje à noite até a virada para 2013.
Cafunés a todos.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
No clima
Na falta de algo que vá resolver problemas como o futuro da nação e o imposto predial, compartilho aqui a mensagem postada lá no Twitter pelo comandante Sérgio Rodrigues, que é, hã, um cara cheio de dedos.
É assim que vou brindar à chegada do novo ano, afinal. Sem energético, só com três pedrinhas de gelo, como sempre.
É assim que vou brindar à chegada do novo ano, afinal. Sem energético, só com três pedrinhas de gelo, como sempre.
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