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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Piquet na roda

CASCAVEL - Repiquei há pouco, no post aí de baixo, a entrevista de Piquet ao Jô. O Marcelo Lavanini, depois de observar que toda entrevista dada por Nelsão é espetacular, apontou como sua predileta essa, ao "Roda Viva".

Não custa lembrar que há quem veja todos os dias a entrevista de Ayrton Senna ao "Roda Viva".

Piquet no Jô

CASCAVEL - Do garimpo digital do Bruno Mantovani, entrevista concedida por Nelson Piquet em 1992, ao "Jô Soares Onze e Meia" - aquele que sempre começava depois da uma da manhã.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Nelson, o cara da primeira

PINHAIS - Diria o sessentão Nelson Piquet, do alto de sua incomparável sapiência, que é uma grande cagada eu ter essa foto para mostrar a alguém.

Isso aí, do tempo em que eu tinha cabelo para escolher penteado, foi em 19 de dezembro de 1992, um dia antes de Piquet voltar para a história de Cascavel e, ao mesmo tempo, colocar Cascavel na história de novo.

Foi a primeira entrevista que fiz na vida, ainda em início de carreira jornalística, como contei nesse post aqui. Não tinha desenvoltura nem para pedir ao fotógrafo que fizesse isso, a foto que o Jackson Piaia me deu alguns dias depois foi uma surpresa e tanto.

Piquet faz 60 anos. Um cara que eu vi correr na F-1, já sessentão. Não dramatizo, maioria dos que me leem assistiram a mais corridas dele que eu. Faz poucos dias que repiquei aqui um vídeo, na íntegra, da última vitória dele. Na F-1. Na vida, esse sujeito vai vencer sempre.

Minha vitória particular é poder responder, quando alguém me pergunta como foi que comecei no jornalismo. Ainda faço ares de desdém: "Ah, foi entrevistando um cara chamado Nelson Piquet..."

Nelsão não vai ler isso, mas que receba um forte abraço. Mais que um grande piloto, é um grande sujeito.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

De filho pra pai

PINHAIS - A história é velha, todo mundo conhece e todo mundo já falou a respeito hoje. Nelson Piquet, no início de carreira, assinava "Piket" para seu pai não descobrir que estava correndo, e tal.

A rapaziada do Tazio, por exemplo, contou a história direitinho horas atrás. E há uns detalhes sobre uns danos encomendados à peça, que o Gomes observou no blog dele.

Agora, que completa 60 anos, é homenageado pelo filho Nelsinho, que encomendou para a etapa da Nascar Truck Series um capacete com pintura igual àquela que Nelsão usou nalgumas provas dos anos 70, com destaque para o "Piket" nas laterais.

Homenagem bacana, bem bolada e aplaudida por todos, por mim, inclusive.

E você, se você prestar uma homenagem dessa natureza ao seu pai? Faria o quê?

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Highlights

CASCAVEL - Olha que legal esse vídeo que o Bruno Mantovani garimpou na internet. A íntegra do GP do Canadá de 1991, o da última vitória do Piquet na Fórmula 1, com narração do Galvão. E a imagem não está invertida, como naquele famoso vídeo da última volta.


Legal ver um grid com Alboreto, Gugelmin, Johansson, De Cesaris, Moreno, Patrese e companhia bela. Chegando em casa, vou assistir a essa corrida.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Piquet no 21

CASCAVEL - Fuçando algumas quinquilharias na internet, acabei achando sem querer essa entrevista que o Nelson Piquet deu aqui em Cascavel ao Jorge Guirado, no “Bate-Papo de Esportes”.

Essa versão, com pouco mais de dez minutos, está um tanto resumida e tudo indica que tenha sido reexibida em 2007, quatro anos depois de ter sido gravada. Acompanhei a entrevista no estúdio do Canal 21, hoje CATVE, em 2003, quando ele veio à cidade para um encontro com empresários atendidos por sua empresa de rastreamento via satélite. David Muffato, Pedro Muffato e Luiz Silvério – que entrou mudo e saiu calado – estão na bancada, também.


Só o Nelsão para dizer com tanta propriedade que Emerson Fittipaldi não era um piloto rápido e que não tem respeito nenhum por Alain Prost.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Bastante sobre o Nelsão

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - Vários colegas falaram e escreveram hoje sobre o vigésimo aniversário do acidente de Nelson Piquet em Indianápolis. Fosse o tuiteiro oficial da Ferrari, teria escrito que hoje comemoram-se os 20 anos do acidente. Enfim.

Não tenho nada pra falar a respeito, e a única coisa de que me lembro do dia desse acidente, eu que estava nos primeiros meses da vida de jornalista escondidinho lá em Cascavel, foi de ver o Andrezinho Costi correndo feito louco pela redação do jornal, pra avisar que viu e ouviu na televisão que o Piquet se arrebentou em Indianápolis, falou com esses termos, e a nota no jornal do dia seguinte foi escrita pelo Ivens Carvalho com base no que conseguiu ouvir na tevê, já que ainda não eram tempos de internet e nosso pacote de notícias com a Agência Estado era o mais chulé de todos, não contemplava noticiário internacional, e ilustrada com uma foto que o Waldir Costa havia tirado do Nelson nos boxes de Jacarepaguá em 1988, em preto & branco, com o macacão da Camel.

Já escrevi muita coisa sobre Nelson Piquet aqui no blog, todas elas sem a mínima relevância. Pra não passar em branco, vou resgatar algumas delas aqui. Citei-o, por exemplo, no dia em que completei 18 anos de jornalismo, já que foi justamente com ele a primeira entrevista que fiz na vida. E, naquele mesmo fim de semana, ele pilotou um carro pela primeira vez depois da pancada já citada, como lembrei no último fim de semana, depois do Bruno Vicaria me mandar o link do vídeo da corrida em que isso aconteceu.

O sarro que ele tirou do Corinthians no GP do Brasil do ano passado também veio parar aqui, bem como o revide corintiano, consumado lá em Brasília pelo meu brother Vytor Zeidan. E claro que eu não poderia deixar de reproduzir aqui a histórica entrevista dada pelo Nelsão ao Celso Miranda no programa "Supermotor", no ano passado. Os dois já haviam conversado muitos anos antes, no "Roda Viva".

Escalei o Nelson para o meu ministério, já que serei presidente a partir de 2015, e vou ganhar as eleições concorrendo pelo PQP. Também relemebrei aqui o dia em que o carro de F-1 dele voltou pros boxes abarrotado de pilotos. Foi ele, também, quem abriu a série "Pilotos-propaganda" aqui no blog.

Em tempo, não tenho a menor intimidade com Nelson Piquet, impressão que posso ter passado inadvertidamente por tratá-lo, aqui, como Nelsão. É que um cara do naipe dele merece um "ão" ao fim do nome.

quarta-feira, 7 de março de 2012

A vingança do Zeidan

CASCAVEL - Um dos momentos épicos das pistas de corridas em 2011 aconteceu em Interlagos, momentos antes do GP do Brasil da F-1. Era dia da penúltima rodada do Brasileirão de Futebol e o Nelson Piquet, na última das voltas que deu com o carro de seu primeiro título mundial, sacou de um compartimento qualquer uma bandeira do Vasco da Gama, seu time. Nelson é vascaíno da gema, ou da gama, ou só vascaíno. Tirou onda com a cara dos corintianos presentes, já que o Corinthians tinha a chance de ser campeão brasileiro naquela mesma tarde e era o Vasco quem tinha a chance de impedir a festa alvinegra.

Alguns corintianos, meu caso, riram da audácia. Minha observação, mais a título de provocação aos tontos que defendem Piquet e crucificam Senna - sim, acredite, há quem despenda tempo à briga -, foi a de que aquele gesto era uma homenagem a Ayrton, tão acostumado a empunhar bandeiras depois das vitórias, tal. Não se iludam, eu gosto mesmo é de tirar onda, e mexer com as viúvas de Senna também é um passatempo que me atrai.

Mas eu falava de Piquet e da bandeira do Vasco. Ri do ato, muitos também riram. Mas houve os que não riram. E os que prometeram vingança. E é aí que entra em cena o Vytor Zeidan, parceiro lá da Fórmula Truck que dá um fino trato a todo o trabalho da área de comunicação. Vytor admite que direcionou a Nelson, da poltrona de casa, adjetivos que só se dispensam a políticos larápios - e arrisco que a construção "políticos larápios" não redunda.

"O cara tirou onda com a bandeira do Vasco na pista onde o Senna ganhou corridas. Naquele dia o Corinthians não foi campeão, ficou para a última rodada, e essa última rodada aconteceria no mesmo dia da última etapa da Fórmula Truck. Eu já sabia como dar o troco ao Piquet", conta o Vytor, que é o sujeito mais corintiano que já conheci, por assim dizer.

No domingo seguinte àquele GP do Brasil, como todos sabem, o Corinthians foi campeão brasileiro depois de um empate sem gols com o Palmeiras. E o Vytor cumpriu a promessa que fizera a si próprio de, com a bandeira do Corinthians nas mãos, dar uma volta a pé, correndo, pela pista do autódromo de Brasília. Que leva o nome de Nelson Piquet.

Não há registro fotográfico da vingança do Vytão, o que é um pecado.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Nelson, sem papas

O vídeo caiu na rede agora há pouco, pelo Twitter, chamou-se atenção para a aparência do então garoto Celso Miranda. "Faz um tempinho e alguns quilos", reconheceu o próprio Celso.

Entrevista de 1994, dada pelo Nelson Piquet ao "Roda Viva". Ouvir o Nelsão falando, por mais conhecido e batido que seja o enredo, é sempre uma aula de espontaneidade.


Abrindo o vídeo na página do YouTube, e está aqui, você encontra ícones para todas as partes da entrevista. Vale a pena.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Nelsão rasga o verbo

O "Supermotor", programa de Celso Miranda, teve na edição do início desta semana uma participação mais que especial. A de Nelson Piquet. Que nunca foi famoso por ter trava na língua e que, na entrevista, viabilizada por seu parceiro das antigas Eduardo Homem de Mello, manteve o hábito de rasgar o verbo. Na alça de mira do ex-piloto, a Confederação Brasileira de Automobilismo.

Não há o que comentar. Melhor é assistir. Foi postada na internet em cinco partes. Aí acima você tem a primeira. Caso seu navegador não conduza às demais, aqui estão os links para a parte 2, a parte 3, a parte 4 e a parte final.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Nelson e o Vasco

Ano passado, quando o Emerson deu umas voltas com o Lotus do título mundial de 1972, pedi que um colega cedesse uma foto para ilustrar um comentário bobo. Para um blog, nada mais artificial. Por isso, mandei a qualidade visual às favas e compartilho aqui a visão que tive de Piquet andando com a Brabham do título de 1981, hoje cedo - ontem, no caso, já que passou da meia-noite - em Interlagos.

Fiz um videozinho, também, com o novo celular, acabei de vê-lo. Igualmente, fica devendo em qualidade, esbanja em importância, um momento simples que traduziu uma rica história, e o que mais Nelson acumulou na vida foi isso, um monte de boas histórias para contar.

Sabedor que era das limitações da lente fotográfica do celular - sobretudo por clicar no ícone que bate a foto enquanto tinha os olhos na pista -, pensei no vídeo, algo menos pobre para compartilhar com minha audiência. Mas o formato em que meu modesto aparelho faz tais registros é incompatível para as ferramentas do YouTube, ou mesmo do Blogger. Quando resolver isso, coloco aqui, nesse post, mesmo.

Luiz Alberto Pandini, parceiro dos bons e piquetista incondicional, discordou da minha definição para o que vimos. Aquele carro, a Brabham BT49, é de uma feiura linda.

Mania besta, a minha, de sempre querer filosofar à moda da casa.

Piquet, todos sabem, fechou sua sequência de voltas a bordo da Brabham empunhando a bandeira do Vasco, que sempre foi seu time do coração. Vasco que sobreviveu na luta pelo título do futebol brasileiro, o Fluminense entregou o jogo, aquela patuscada toda que todo mundo sabe bem como funciona.

Ayrton era corintiano. Logo, era melhor que Nelson. Mas foi ele, Nelson, quem mereceu um sincero aplauso meu algumas horas atrás.

ATUALIZANDO EM 28 DE NOVEMBRO DE 2011, ÀS 11h21:
Enquanto eu não me resolvo com minhas traquitanas, compartilho aqui o vídeo que o Maurício Stycer publicou no blog dele, da cobertura da Globo sobre a homenagem da F-1 a Piquet. Ou teria sido uma homenagem de Piquetà F-1? Fico com a segunda opção.

sábado, 19 de novembro de 2011

Highlights

A volta aos boxes depois do GP do México de 1986 proporcionou uma imagem bastante pitoresca, mesmo para uma época em que a Fórmula 1 ainda tinha bem menos frescuras que hoje.

René Arnoux, da Ligier, havia parado cinco voltas antes do fim da corrida, com problemas no motor. Na volta seguinte foi Stefan Johansson quem estacionou à beira da pista, com problemas no turbo da Ferrari. O francês e o sueco aguardaram o fim da corrida e tomaram uma carona providencial com Philippe Alliot, que levou a outra Ligier aos pontos, com o sexto lugar. Alliot, contudo, ficou pelo caminho na volta de retorno aos boxes, sem gasolina.


Foi aí que surgiu Nelson Piquet. Os três amontoaram-se na carenagem da Williams do brasileiro, que sobrevivia na disputa pelo título com o quarto lugar na corrida, e assim chegaram aos boxes.

A corrida mexicana de 25 anos atrás marcou a primeira das dez vitórias que Gerhard Berger conquistou na F-1, com a Benetton - a última, coincidentemente, aconteceu também pela Benetton, na Alemanha de 1997.

O austríaco, que disputou 211 corridas de 1984 a 1997, ganhou cinco GPs pela Ferrari - Japão e Austrália, em 1987, Itália, em 1988, Portugal, em 1989, e Alemanha, em 1994.

As outras três vitórias de Berger foram conquistadas ao cockpit da McLaren, no Japão em 1991 - aquele GP do "eu sabia!" -, Canadá e Austrália, em 1992.

Voltando àquele GP mexicano de 1986, Alain Prost, de McLaren, e Ayrton Senna, pela Lotus, completaram o pódio. Só os três completaram as 68 voltas da corrida - as Williams de Nelson e de Nigel Mansell e a Ligier de Alliot, que completaram a zona de pontos, terminaram uma volta atrás.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cascavel de Ouro, o resgate (1)

Como promessa é dívida, vai lá o primeiro dos textos que compuseram o material publicado pela Gazeta do Paraná quase cinco anos atrás, com o resgate de edições perdidas da gloriosa Cascavel de Ouro. Como sempre acontece quando tiro algo da gaveta, reproduzo-o tal qual foi para a rotativa, sem promover qualquer atualização.

HISTÓRIA DO AUTOMOBILISMO – XVI
Cascavel de Ouro: verdade restabelecida

Pesquisa leva à ‘descoberta’ de cinco edições que não constavam dos registros

GRELAK COMUNICAÇÃO
ESPECIAL PARA A GAZETA DO PARANÁ

O automobilismo do Oeste paranaense tem lá seus mitos. Um deles, ao longo dos anos, cercou a história da Cascavel de Ouro, a corrida de carros mais nostálgica que já se ousou promover por estas bandas. Por décadas, lidou-se com uma galeria de campeões que inspirava, tanto aos olhos dos mais saudosistas quanto à perspicácia dos que tomaram o bonde da história do automobilismo andando, pouquíssima confiança. Quase nenhuma.

Em 2005, o Automóvel Clube de Cascavel anunciava a corrida de 6 de novembro como 22ª edição da Cascavel de Ouro. A informação duvidosa lançou o ex-piloto Jaci Pian a um trabalho de pesquisa ao melhor estilo “Caçadores de Mitos” – embora com mais conhecimento da causa trabalhada que os norte-americanos Adam Savage e Jamie Hyneman no seriado “Mythbusters”, que ganha o mundo e foi exibido pela televisão brasileira na última temporada.

A busca pela verossimilhança da galeria de campeões começou, na verdade, há mais de dois anos. Mas foi no início de novembro, preparado para o iminente anúncio de que a Cascavel de Ouro possa ser disputada em dezembro ou janeiro – anúncio que ainda não aconteceu –, que Pian lançou-se ao desafio de resgatar a real história da prova. O trabalho resultou na “descoberta” de cinco edições até então desconhecidas pelos registros disponíveis.

As conclusões de Jaci Pian elevam de 21 para 26 o número de edições da Cascavel de Ouro. “Foi uma confusão que ganhava força a cada ano”, observa o ex-piloto. “No ano passado, por exemplo, anunciava-se a 22ª edição, mas os registros que tínhamos em mãos indicavam que só 20 corridas tinham sido disputadas”, explica. A galeria atualizada passa a incluir os vencedores da Cascavel de Ouro nos anos de 1970, 1971, 1975, 1980 e 1982.

Essa atualização foi fruto de consultas exaustivas de Jaci Pian a seu próprio acervo automobilístico e também aos arquivos de ex-pilotos domo Valdir Favarin, Mauro “Peixinho” Turcatel e Nézio Cunha Silveira, além de exame de documentos do Automóvel Clube de Cascavel e de uma análise histórica em que teve o auxílio do jornalista Luiz Aparecido da Silva. “Agora, tenho certeza de que não há mais nenhuma Cascavel de Ouro perdida na história”, garante Pian.


O Simca de Scherner e Castilho, campeões da primeira edição da corrida

GALERIA COMPLETA DE CAMPEÕES DA CASCAVEL DE OURO*

1967 – Rodolfo Scherner/Bruno Castilho (Laranjeiras do Sul/Curitiba), Simca
1970 – Sérgio Valente Withers (Curitiba), Volks Divisão 5
1971 – Pedro Muffato (Cascavel), Puma Spartano
1973 – Francisco Lameirão (São Paulo), Avallone
1974 – Pedro Muffato (Cascavel), Avallone
1975 – Pedro Muffato (Cascavel), Avallone
1976 – Nelson Piquet (Brasília), Super Vê
1980 – Marcos da Silva Ramos (Curitiba), Chevette
1982 – Aroldo Bauermann (Porto Alegre), Fórmula 2
1983 – Edgar Favarin (Cascavel), Fusca
1984 – Cláudio Elbano (Curitiba), Passat
1985 – Saul Mário Caús (Cascavel), Opala
1986 – Dilso Sperafico (Toledo), Hot-Fusca
1987 – Aloysio Ludwig Neto (Cascavel), Dodge
1988 – Ruy Chemin (Cascavel), Dodge
1989 – Marcos Corso (Curitiba), Passat
1990 – Edgar Favarin/Clênio Faust (Cascavel/Francisco Beltrão), Passat
1991 – Edgar Favarin/Milton Serralheiro (Cascavel), Gol
1992 – Constantino Júnior (Brasília), March-Honda Fórmula 3
1993 – Cláudio Girotto/Lourenço Barbatto (São Paulo), Aldee
1994 – Edgar Favarin/David Muffato/Gilson Reikdall (Cascavel/Cascavel/Curitiba), Aldee
1996 – Edgar Favarin/Valmor Emílio Weiss (Cascavel/Curitiba), Gol
1997 – Valmor Emílio Weiss/Antônio Espolador (Curitiba), Gol
2003 – Flávio Poersch/Aloysio Ludwig Neto (Cascavel), Voyage
2004 – David Muffato/Ruy Chemin (Cascavel), Escort
2005 – Edgar Favarin/Flavio Poersch (Cascavel), Escort

* Em 1991, a Cascavel de Ouro premiou também os vencedores de cada categoria. Além de Edgar Favarin e Milton Serralheiro, campeões na classificação geral, foram declarados vencedores Flávio Trindade/Beto Richa (Força Livre), Jair Bana (Speed Fusca), Gilnei Faoro/Dimas Moreira (Dodge) e Mauro Turcatel/André Costi Filho (Maverick).



Recordista absoluto, Edgar Favarin, de Fusca, conquistou em 1983 a primeira de suas seis vitórias na Cascavel de Ouro