Mostrando postagens com marcador Autódromo de Brasília. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autódromo de Brasília. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Ação beneficente










CASCAVEL – Falei há pouco das visitas que Felipe Massa fez aos governadores de Goiás e Distrito Federal, ambos prometendo mundos e fundos para recuperar os autódromos de suas capitais, anunciadas para a imprensa pelo colega Márcio Fonseca. Aproveito para reproduzir tim-tim por tim-tim parte do texto que ele enviou:

O piloto da Ferrari esteve na capital para entregar oficialmente à Organização das Voluntárias de Goiás, presidida pela primeira-dama Valéria Perillo, as mais de três toneladas de mantimentos arrecadados durante a etapa do Racing Festival em julho e que serão repassadas a entidades assistenciais. Além disso, ao lado do governador e do secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, Massa comandou leilão de artigos pessoais - macacão, sapatilhas, luvas, bonés, camisetas -, arrematados por empresários locais. Christian Fittipaldi, líder da Copa Fiat, também doou um macacão. Todas as peças foram vendidas pelo valor total de R$ 111 mil e, de acordo com orientação de Perillo, o dinheiro deverá ser transferido prioritariamente a instituições que atendam crianças portadoras de deficiências.

Numa das fotos lá de cima, quem aparece com o Felipe durante o leilão é o governador Marconi Perillo. De minha parte, faço ouvidos moucos a todas as considerações a respeito, sobretudo as que condenam ações como essa. A ação não custou nada ao Felipe e nem a ninguém que estava ali, e ajudar quem precisa é sempre algo nobre.

sábado, 9 de junho de 2012

Crash!


CASCAVEL - Felipe Maluhy levou o que pode se definir como um grande susto agora há pouco, nos treinos livres da Copa Petrobras de Marcas no autódromo de Brasília.

"Baita susto, testadissimo (sic) a segurança do Mitsubishi Lancer", escreveu o piloto, em seu perfil no Facebook. O Bruno Terena estava por lá e fotografou.

domingo, 1 de abril de 2012

Nossos autódromos: Brasília

BRASÍLIA - Na correria de ontem não sobrou tempo nem pra um pitaquinho qualquer sobre qualquer coisa que tivesse a ver com as corridas. Agora, enquanto tenho tempo de sobra pra dar uma olhada no material do fim de semana, chamaram atenção algumas fotos que tirei ontem no autódromo daqui.

Aí acima temos as, hã, torres do autódromo. Uma diferente da outra, todas seguindo a mesma, outro hã, linha arquitetônica. Exatamente as mesmas de que o general Médici deve ter se orgulhado 40 anos atrás. Tá, levaram umas três demãos de tinta de lá pra cá, nada mais que isso.

As portas dos boxes também não configuram um exemplo latente de infra-estrutura. Lacrar portas metálicas com tire up é coisa que remete ao PMSQ, o Padrão Milton Serralheiro de Qualidade. O que vemos são instalações precárias, banheiros que não funcionam e guard-rails sem efeito, que inclusive levaram ao impedimento do pleno trabalho dos fotógrafos por questões de segurança, embora o pessoal da manutenção faça o que pode, e com alguma boa vontade, para manter em ordem o pouco que há por lá. A grama ao redor de toda a pista, por exemplo, está bem aparadinha, o que não acontece no de Jacarepaguá, pra onde vou daqui a pouco se a Gol não consumar mais um de seus contumazes atrasos. As cadeiras e arquibancadas, tão idosas quanto as torres que não são trigêmeas, permanecem lá, altivas, como que a contar histórias sem fazerem questão de disfarçar as marquinhas do tempo.

O autódromo de Brasília tem uma puta pista de corrida, e falo do traçado misto, conheci-o ontem numa carona rápida, bem rápida, mesmo, que tomei com o Betinho Gresse, que é líder da Copa Montana e também estava a serviço do Audi DTCC. O asfalto não é um lixo, mas uma lixa. E que não esperam acomodações ou grandes facilidades. Há espaço, bastante espaço, que o pessoal da categoria aproveitou muito bem para montar seus lounges e buffets, proveito que as outras categorias que correm em Brasília, Stock Car, Fórmula Truck e mais alguma outra que ora não me ocorre, também devem ter.

Meu primeiro critério para optar pelo adesivo "vou" ou pelo "não vou", quando o assunto são esses meus locais de trabalho, são as pistas de corridas que estão perdidas lá no meio deles. A daqui, por interessante que é, merecia um autódromo em volta.