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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Dívida quitada

Vá lá que tenha demorado, mas nem todo mundo que fica me devendo coisas demora uma eternidade e meia para solver as pendências.

Fabrício Vasconcelos saiu do subúrbio do ABC Paulista para vir hoje a Interlagos e me entregar o DVD comemorativo aos 40 anos de carreira de Léo Canhoto & Robertinho, com o que acabou comprometido pela força das redes sociais.

O Bruno Vicária até pediu para levar para casa, mas esse tipo de coisa a gente não empresta. Nunca se sabe se haverá devolução, sacumé...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Sertanejão na veia


Às vezes a gente dá umas mancadas também, como não?

Me surpreendi com o anúncio que vi há pouco no SBT, aqui em Canoas, um evento comemorativo aos 40 anos de Gino & Geno. Como assim, 40 anos? Faz uns cinco ou seis, só, que ouço falar dos dois, afinal.

Problema meu se não sei me informar direito. Gino & Geno têm 29 discos gravados, o primeiro deles em 1970. "Nóis enverga mais não quebra", a letrinha bem sacada do vídeo aí acima, é um dos maiores sucessos recentes. "Eu já fui de você" e "Vou beber veneno" são presença obrigatória nos repertórios do estilo por todo mundo que se mete a cantar música sertaneja.

No passado, Gino & Geno ganharam projeção com "As águas do São Francisco", até hoje indispensável em seus shows.

domingo, 30 de outubro de 2011

Sertanejão na veia


Mais uma exceção que surge na série, e como o blog é meu eu abro a exceção que bem entender e ninguém tem nada com isso, ora bolas.

O cidadão aí do vídeo é Tomy Sell, um uruguaio que leva a vida cantando e vendendo CDs nas ruas de Buenos Aires. Fiz esse vídeo com meu mambembe telefone celular alguns meses atrás. Era meu aniversário, coisa que não se comemora mais a partir de uma certa idade, mas saí para comemorá-lo num boteco portenho com o Andrei Spinassé e os irmãos Cardoso - Rodrigo, Fabinho e Ricky, a rapaziada da equipe "Motores Velozes".

Tomy, que não tem site - pelo menos não tinha, cinco meses atrás -, não canta músicas sertanejas. Não é seu costume. O repertório prima por músicas internacionais que fizeram sucesso nos anos 70 e 80. São as músicas que estão nos CDs, e comprei dois, custaram 50 pesos. Em que pese o inglês carente de algum ajuste fino, Tomy é muito bom cantor. Manda bem, como dizem.

Conheci-o em 12 de maio cantando numa rua de Buenos Aires, ele, no caso. Até pensei que estivesse dublando, tamanhos eram a qualidade da cantoria e o alcance do microfone sem fio que utilizava. Não dublava. Enquanto cantava, uma moça simpática oferecia os CDs aos dezenas de transeuntes (ainda dizem "transeuntes"?) e um tiozinho se encarregava de puxar os aplausos.

A nosso pedido, Tomy Sell se dispôs a uma musiquinha sertaneja. Está aí, "Dormi na praça", é um dos maiores sucessos de Bruno & Marrone. E por que trazer à série de um blog brasileiro o uruguaio que canta em inglês em ruas argentinas? Porque os CDs de Tomy Sell, lembramos ontem, integram o prejuízo da semana passada, o furto do carro aqui na frente de casa. Estavam no portaluvas. Sobraram os três vídeos que fiz com o celular - os outros dois trazem "Dust in the wind" e "Hotel California".

Ano que vem, quando voltar à Argentina, vou procurar o Tomy para comprar mais CDs. Numa dessa ele possa estar na frente do mesmo shopping.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Sertanejão na veia

Aí que Zezé di Camargo & Luciano vão ter muita mídia nos próximos tempos da próxima semana.

Separa, não separa, fato é que no show de ontem em Curitiba o Zezé subiu ao palco, explicou o problema entre irmãos e começou o show sozinho. Lá pelas tantas, o Luciano voltou ao teatro, foi pro palco e também deu sua versão ao ocorrido. Consta que Luciano, hoje, está internado, consequência do que teria sido uma overdose de remédios. Troço complicado.

Como sou um maria-vai-com-as-outras reconhecido, trago Zezé e Luciano - ou Mirosmar José e Welson David - à série do blog, hoje, com um combo que gostei muito. "Tristeza do Jeca", uma das três músicas mais belas já gravadas no Brasil, e "Último dos apaixonados", uma música que já usei para fazer paródia lá na Capital FM. Ainda bem que a paródia sumiu dos registros, esse não é o tipo de brincadeira que se deve fazer com amigos. Prefiro parodiar sobre políticos ladrões e sacanagens afins.



Por falar em ladrões, agradeço se alguém tiver notícias do meu carro.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sertanejão na veia


Cezar & Paulinho, devo crer, são a dupla sertaneja que mais pauta suas letras em situações de sátira. "Pé de bode", essa do vídeo, é um dos exemplos mais clássicos.

Filhos e sobrinhos, respectivamente, dos integrantes da dupla Craveiro & Cravinho, os irmãos de Piracicaba estão em posição de destaque na lista de shows a que ainda tenho de assistir. Perdi um, dois anos atrás lá em Cascavel, por estar perdido em algum canto do país narrando corridas de carros. Que não eram pés-de-bode.

Com mais de 35 anos de carreira, a dupla ganhou especial notoriedade recentemente, com sua divertida entrevista ao Jô Soares. Armazenei o atalho para a entrevista toda há meses, mas acessei agora e o arquivo não está mais disponível no site do programa do Jô. Dá pra ver em três partes - aqui estão os links para a primeira, a segunda e a terceira.

É de Cezar & Paulinho, também, a expressão "xique no úrtimo", que a molecada arrota por aí a qualquer conveniência.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sertanejão na veia

Não gosto de exceções, mas hoje abro uma na nossa série.

Primeiro, porque a ideia aqui é trazer vídeos que mostrem artistas cantando, e não clipes ou dublagens, motivo pelo qual já publiquei o Marciano sem o João Mineiro (aliás, se alguém tiver um vídeo iutubístico da dupla cantando ao vivo, indique-me; não encontrei nenhum).

Segundo, porque nosso personagem de hoje nada tem a ver com estilo que convencionou-se tratar como sertanejo. Como não sou especialista em tradicionalismo gaúcho, e inspirado pelos ares do fim de semana, abro a Teixeirinha a merecida exceção.

“Coração de luto”, que ao que consta descreve uma história real, é uma das coisas mais bonitas que um gaúcho já escreveu. E olhe que a gauchada não brinca em serviço quando é para falar de maneira bonita das coisas de sua terra e de suas causas e coisas.


Teixeirinha, ou Vitor Mateus Teixeira (pesquisei o nome agora), morreu em 1985, aos 58 anos (sabia o ano, mas vi a idade também na internet). Seu cartel de sucessos que são tidos quase como hinos do Rio Grande do Sul destaca “Querência amada” - com essa eu faturei o quarto lugar num festival de música da cooperativa onde meu pai trabalhava, em mil-novecentos-e-bolinha - e “A morte não marca hora”. Alguns anos atrás, ouvi que seu túmulo ocupa uma praça no centro de Passo Fundo, não sei se é verdade.

Daqui a duas semanas vai ter corrida do Itaipava GT Brasil, vou aproveitar para tirar essa dúvida com o Cláudio Ricci.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Luc & Juli na Batucada Pantanera

Embora nunca haja tempo para nada, sempre é necessário dar um tempo com as corridas.

O que não significa descanso para a tão exigida garganta. Afinal de contas, nesta quinta-feira, voltamos, a patroa e eu, ao palco do Pantanero Bar. Que foi onde tudo começou, já contei isso por aqui.

Luc & Juli, eu e ela, vamos apresentar uma parte do nosso repertório de sertanejo universitário nesta quinta-feira, 2 de dezembro, na programação da "Batucada Pantanera". Uma farra que o Mateus Ferreira arma todas as quintas-feiras lá no Pantanero. Depois de nós, sobe ao palco a rapaziada pagodeira do VemKiVem, ali de Toledo.

É claro que esperamos todos os amigos lá. Vamos começar a tocar às onze da noite.