sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sertanejão na veia

Não gosto de exceções, mas hoje abro uma na nossa série.

Primeiro, porque a ideia aqui é trazer vídeos que mostrem artistas cantando, e não clipes ou dublagens, motivo pelo qual já publiquei o Marciano sem o João Mineiro (aliás, se alguém tiver um vídeo iutubístico da dupla cantando ao vivo, indique-me; não encontrei nenhum).

Segundo, porque nosso personagem de hoje nada tem a ver com estilo que convencionou-se tratar como sertanejo. Como não sou especialista em tradicionalismo gaúcho, e inspirado pelos ares do fim de semana, abro a Teixeirinha a merecida exceção.

“Coração de luto”, que ao que consta descreve uma história real, é uma das coisas mais bonitas que um gaúcho já escreveu. E olhe que a gauchada não brinca em serviço quando é para falar de maneira bonita das coisas de sua terra e de suas causas e coisas.


Teixeirinha, ou Vitor Mateus Teixeira (pesquisei o nome agora), morreu em 1985, aos 58 anos (sabia o ano, mas vi a idade também na internet). Seu cartel de sucessos que são tidos quase como hinos do Rio Grande do Sul destaca “Querência amada” - com essa eu faturei o quarto lugar num festival de música da cooperativa onde meu pai trabalhava, em mil-novecentos-e-bolinha - e “A morte não marca hora”. Alguns anos atrás, ouvi que seu túmulo ocupa uma praça no centro de Passo Fundo, não sei se é verdade.

Daqui a duas semanas vai ter corrida do Itaipava GT Brasil, vou aproveitar para tirar essa dúvida com o Cláudio Ricci.

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